Mostrando postagens com marcador Especiais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Especiais. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de outubro de 2012

Reinauguração de igrejas no litoral sul relembra mais de 70 anos de história





vista geral da Igreja de SantosO último fim de semana foi histórico para o adventismo no litoral sul de São Paulo. As igrejas centrais de Santos e Cubatão tiveram uma cerimônia de reinauguração. Responsáveis pelo desenvolvimento da mensagem na região, que hoje conta com 30 igrejas, elas receberam um grande investimento por parte da Paulistana para que fossem modernizadas. Assim, se tornam cada vez mais qualificadas para representar a casa de Deus.
Diferentemente do bonito e confortável templo que hoje possui, a Igreja Central de Santos começou no inicio do século 20 com duas pessoas, em um banco na praça. Helena Schultz alemã e adventista veio morar no Brasil, em Santos.
Em um sábado saiu à procura de uma igreja e descobriu que não tinha. Encontrou uma moça na praça, sozinha, falando sobre Jesus. Ela também era adventista. Em poucos momentos de conversa chegaram a uma decisão. “A Igreja Adventista em Santos vai começar aqui e agora”, conta Laura Helena, filha da pioneira alemã. Sentaram-se na praça, abriram a Bíblia e ali mesmo louvaram e adoraram a Deus.
Homenagem especial aos pioneiros da igreja de SantosCom o tempo a dupla se tornou um grupo que, por sua vez, se multiplicou a ponto de se tornar uma igreja. Primeiro, na rua da Constituição e,  depois, fixaram-se em um terreno na rua Cunha Moreira, onde é a igreja atualmente. “Naquela época era um espírito de evangelismo e união”, conta Ana Solano, que há mais de 70 anos participa da história da igreja.
Ao decorrer dos anos, porém, a estrutura física do templo se tornou antiga. Era necessária uma reforma. Depois de aproximadamente três meses fechado para essa transformação, na noite de sexta-feira, pioneiros, jovens, adultos e crianças participaram de uma linda cerimônia de reinauguração. Nela, os esforços dos primeiros trabalhadores de Cristo na cidade foram homenageados. Aos mais novos, ficou a mensagem de renovar não somente as estruturas físicas, mas também o ideal de todo cristão: falar de Jesus ao mundo.

“Ide e levai a mensagem”
Uma das principais características da Igreja Central de Santos foi ser o núcleo de onde saíram os missionários que fundaram outras igrejas no litoral. Dentre elas, a Igreja Central de Cubatão.
Igreja Central de Cubatão com novo visualFoi em meados da década de 60 quando a família Barbosa, que frequentava em Santos, decidiu evangelizar na cidade vizinha. Juntamente com um grupo de missionários eles faziam as campanhas de recolta e aproveitavam para propagar a mensagem em Cubatão. Com isso, alcançaram outras famílias para Jesus, como a de Eugênio Gonçalves. Estes, ofereceram a própria casa para que fossem realizados os cultos enquanto não havia um local específico.
Quando José Raimundo Barbosa terminou de construir sua casa, lá se tornou o endereço oficial de reunião. A partir de então, deu-se o processo de desenvolvimento normal  da maioria das igrejas. O grupo aumentou, alugaram um salão. O grupo aumentou mais ainda, compraram um terreno e construíram a igreja.
Mais de 40 anos depois, ela foi reformada, e agora está maravilhosa, segundo José Luis Barbosa, de 62 anos, neto dos primeiros pioneiros. Barbosa conta que é um privilégio muito grande ter vivenciado este processo de transformação e louva o nome de Deus. “Deus é maravilhoso e fez essa igreja crescer de maneira maravilhosa. É um motivo de regozijo e alegria. Santo, Santo, Santo é o nome de Deus”, declara.

Renovação completa
Oração especial de dedicação do prédio em CubatãoInvestir nas igrejas tradicionais e pioneiras é um dos objetivos da Associação Paulistana em 2012. As igrejas de Santos e Cubatão foram exemplos deste trabalho, que já contou também com a reinauguração da Igreja Bosque da Saúde, em São Paulo. O pastor Sidionil Biazzi, presidente, explica que durante muitos anos elas serviram de base para a pregação do evangelho. Com o tempo, se tornaram muito antigas e agora merecem ser tratadas com este carinho especial.
Ele explica que no processo de criação, Deus fez o mundo e tudo o que nele há com detalhes especiais. Formas, cores, tons, trabalhados com singularidade. Assim também deve ser a casa dEle na Terra. “Ao entrar neste templo novo, podemos ver que aqui foi exercido o dom da criação, dando beleza e forma. Tudo para honrar o nome dAquele que concede os dons e a vida”, diz.
No entanto, o investimento não se resume somente a renovar as paredes, o forro, púlpito, bancos, etc. “Um ambiente confortável é muito bom. Mas o importante mesmo é ter o conforto que Jesus traz ao coração”, esclarece Rubens de Benedicto, tesoureiro da Paulistana. Agora, com casa renovada e espírito reanimado, a intenção da liderança das igrejas é ver muitas outras pessoas preenchendo os bancos e aumentando ainda mais essa grande família.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Semana de evangelismo agita igrejas na baixada




PPastor João Gomes recebendo os visitando na igreja do Jd. LeblonA Associação Paulistana desde o dia 06 de outubro realiza uma campanha de evangelismo em nove cidades da Baixada Santista. O programa se chama Evangelismo Integrado de Colheita (IEC) e tem como objetivo de mobilizar os membros para um evangelismo especial, envolvendo os variados departamentos da igrejas. No total são 36 igrejas comprometidas com o plano de ação.

O projeto acontece nas cidades de Bertioga, Guarujá, Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe. Um grande desafio evangelístico para uma população de 1,6 milhão de habitante com  5,4 mil adventistas.

A estratégia do projeto passa pela fase preparatória com a formação de equipes  que realizam o trabalho doutrinários na comunidade. As pessoas vão receber estudos bíblicos por intermédio de duplas missionárias, classes bíblicas e ações voluntárias.

Momento especial de oração Após esse período, as igrejas  receberam um evangelista ou convidado de fora que realizam a semana especial  do IEC, que começou no dia 06  de outubro e vai até o dia 13 do mesmo mês. O objetivo é que essas pessoas que foram preparadas sejam agregadas à igreja. A Paulistana mobilizou os seus departamentais, pastores, evangelistas e obreiros bíblicos para pregarem nas 36 igrejas escolhidas no programa.

O que está acontecendo nas igrejas da baixada é a resposta de muitas pessoas atendendo aos apelos para aceitaram o chamado de Jesus. A integração e o compromisso dos membros dá energia e motivação para os interessados.

Igrejas com muitas visitas a cada noite Wilson Alves Barreto há 4 meses conheceu a igreja do Jardim Leblon - Praia Grande - e não excitou em ir à frente na hora do apelo do pastor João Gomes. “Na hora do chamado o meu coração pediu e eu senti o desejo de  aceitar o convite. Estou gostando muito de participar do semana de evangelismo e pretendo me batizar”, destacou Barreto de 38 anos.

A força dos Pequenos Grupos nas igrejas tem aberto oportunidades de desenvolver o espírito de amor e confraternização. Desta forma cumpri o propósito que cada filho de Deus tem de ser uma testemunha viva das maravilhas do evangelho.

Pequeno Grupo na casa da irmã Jandira com presença do pastor Mário CardosoA residência de Jandira Lima Pereira em Praia Grande, no bairro da Vila Antártica, é um núcleo de Pequenos Grupos. Ela revelou que na semana do EIC os participantes do pequeno grupo estão indo as reuniões. A sua vizinha Savana, há dois meses começou a participar do Pequeno Grupo.
O seu Marido, Poy Amorim de 29 anos, nesta semana de evangelismo teve a oportunidade de visitar a igreja pela primeira vez.

“Ontem recebi a visita na minha casa de quatro pastores. Antes eu não aceitava o evangelho. Foi muito bom a visita, pois nós oramos e falamos da palavra de Deus.  Vou deixar o meu emprego por causa do Sábado. Na Bíblia não existe meias palavras. Estou indo todas nas noites nas reuniões para não perder nenhum dia  da benção”, declarou Amorim.

Para o pastor Cirilo Gonçalves, evangelista da Paulistana, a expectativa é que cada igreja  envolvida na semana de evangelismo batize 10 pessoas. “Cada pessoa tem que se envolver com o único propósito de evangelizar. Desta forma a igreja vai realizar uma obra muito grande de evangelismo e conquista de almas”, diz.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Adventistas orientam sobre postura em eleições 2012



As eleições municipais deste ano no Brasil terão exatamente 138 milhões e 544 mil e 348 pessoas aptas a votar no próximo dia 7 de outubro no primeiro turno. O dado foi divulgado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O número é pelo menos 6% maior do que os 130.604.430 eleitores que votaram na disputa de 2008. No dia da votação, os eleitores poderão comparecer às urnas a partir das 8 horas em seu local de votação para escolher novos prefeitos e vereadores de suas cidades.
A votação acaba às 17 horas e os dados contidos nos cartões de memória contidos nas urnas são gravados e criptografados em uma mídia de resultado (pen drive), que é encaminhada ao local próprio para transmissão até o Tribunal Regional Eleitoral.
Posição adventista – A Igreja Adventista do Sétimo Dia, em todo o mundo, conforme seus regulamentos e normas, não declara apoio oficial a qualquer partido político e nem candidatos. No entanto, a organização não se omite de participar de ações que beneficiem a comunidade e, inclusive, apoia e desenvolve projetos sociais por meio de suas instituições e agências. Membros adventistas, no entanto, podem se candidatar a cargos públicos, porém não podem utilizar a estrutura física da organização para campanhas. Saiba mais sobre como os adventistas veem as eleições e a questão política de maneira geral na entrevista com pastor Edson Rosa, diretor sul-americano de Comunicação e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista. [PorFelipe Lemos. com informações do Portal R7 e UOL]
Assista a Entrevista do Pr. Edson Rosa

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Matéria Publicada no site G1 da Globo

Religiosos que guardam o sábado farão o Enem 2009 no final do dia Estudantes deverão, porém, entrar no local de prova com os demais. Condição especial deve ser informada na inscrição.

Os estudantes que guardam o sábado por causa da religião poderão fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será aplicada em 3 e 4 de outubro, no final do dia. Nesse caso, eles deverão comparecer aos locais de prova junto com os demais estudantes, que farão a prova a partir das 13h, mas poderão aguardar em um outro local e só começar a responder aos cadernos de questões após o final do diia. O esquema de aplicação de prova para os sabatistas foi divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação que aplica a prova. O estudante que guarda o sábado deverá informar a sua condição no ato da inscrição, que termina no dia 17 de julho. Ao preencher o formulário eletrônico no site do Inep , basta que o participante declare que necessita de atendimento especial. Os sabatistas que já se inscreveram e não deram essa informação, podem fazer isso no sistema de acompanhamento até o dia final das inscrições. Nos dias de prova, os portões serão abertos às 12h e fechados às 12h55 (horário de Brasília-DF), para todo os inscritos. Apesar de começarem a responder as provas em horário diferenciado, os participantes sabatistas também terão 4h30 para responderem ao caderno da Prova I, com questões das áreas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias.

Link: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1224745-5604,00-RELIGIOSOS+QUE+GUARDAM+O+SABADO+FARAO+O+ENEM+NO+FINAL+DO+DIA.html

domingo, 28 de junho de 2009

Matéria do Site criacionismo: "Michael Jackson"

Ontem à noite, fiquei sabendo que o ídolo da música pop que marcou uma geração, Michael Jackson, havia morrido de parada cardíaca, aos 50 anos. É difícil conhecer um rapaz da minha geração que não tenha tentado (mesmo que escondido) imitar os passos de dança break do cantor. Jackson fez parte do "espírito" de uma época. Por isso, quando lemos esse tipo de notícia, levamos alguns instantes para assimilar. Mesmo não sendo admirador dele, é como se um pedacinho da gente tivesse morrido junto. Mas isso nos faz lembrar que a vida é assim mesmo: uma sucessão de pontos de luz mais ou menos brilhantes que vão se apagando à medida que o tempo passa.

Há 15 anos, senti algo parecido. Três amigos e eu embarcamos no ônibus que nos deixaria próximo à pensão (onde morávamos na época da faculdade). Ouvimos algumas moças falando algo sobre a morte do famoso corredor de Fórmula 1 Ayrton Senna. Era o dia 1º de maio de 1994 e havíamos participado de um retiro espiritual com os jovens da Igreja Adventista Central de Florianópolis. Durante aqueles três dias, tínhamos ficado alheios ao que se passava no mundo - e eu mais ainda, já que a Débora, então minha namorada, havia ido comigo. Naquele domingo, em nossos primeiros dias de namoro, o Brasil estava em transe e não sabíamos.

– O que vocês estão dizendo? – um dos meus amigos não se conteve e perguntou às moças.

– Vocês não sabem? O Senna bateu o carro e morreu.

O ídolo da nossa geração que levava o patriotismo dos brasileiros até as nuvens a cada corrida que vencia; o jovem corredor que tinha orgulho de passear com a bandeira nacional na pista de corrida; o Ayrton Senna do Brasil estava morto. O jovem campeão que tinha a vida pela frente não mais existia.

A vida é frágil e passageira, como bem descreve o salmista: “O ser humano é como um sopro; a sua vida é como a sombra que passa” (Salmo 144:4). Ou, nas palavras do filósofo e matemático Blaise Pascal, no livro Pensées: “Não existe nada mais real que isto, nada mais terrível. Por mais heróicos que sejamos, este é o fim que aguarda a vida mais nobre do mundo. Vamos refletir nisto e, então, dizer se não é indiscutível que não existe bem nesta vida. A não ser a esperança de outra; que somos felizes apenas na proporção em que nos aproximamos dela; e que, como não existem mais aflições para os que têm plena certeza da eternidade, não existe mais felicidade para os que não têm essa esperança.”

Senna e Jackson tinham tudo nesta vida, menos a própria vida, que não lhes pertencia. Embora a morte exista desde que o pecado entrou neste mundo, o ser humano nunca conseguiu acostumar-se a ela. Não fomos feitos para morrer, e nossa inconformidade com esse inimigo mostra isso. Tentamos ignorar essa triste realidade levando a vida sem pensar muito no fato de que o destino final de todos é a sepultura. Mas, quando alguém famoso ou muito próximo de nós deixa de existir, a vida nos joga no rosto essa crua realidade, chamando-nos mais uma vez à reflexão. Nesses momentos, entendemos que o que realmente importa são as pessoas, os relacionamentos e Deus. De uma hora para outra, tudo – formação acadêmica, status social, posses, fama – fica tão pequeno...

Michelson Borges