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sábado, 20 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Semana de evangelismo agita igrejas na baixada
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Adventistas orientam sobre postura em eleições 2012
As eleições municipais deste ano no Brasil terão exatamente 138 milhões e 544 mil e 348 pessoas aptas a votar no próximo dia 7 de outubro no primeiro turno. O dado foi divulgado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O número é pelo menos 6% maior do que os 130.604.430 eleitores que votaram na disputa de 2008. No dia da votação, os eleitores poderão comparecer às urnas a partir das 8 horas em seu local de votação para escolher novos prefeitos e vereadores de suas cidades.
A votação acaba às 17 horas e os dados contidos nos cartões de memória contidos nas urnas são gravados e criptografados em uma mídia de resultado (pen drive), que é encaminhada ao local próprio para transmissão até o Tribunal Regional Eleitoral.
Posição adventista – A Igreja Adventista do Sétimo Dia, em todo o mundo, conforme seus regulamentos e normas, não declara apoio oficial a qualquer partido político e nem candidatos. No entanto, a organização não se omite de participar de ações que beneficiem a comunidade e, inclusive, apoia e desenvolve projetos sociais por meio de suas instituições e agências. Membros adventistas, no entanto, podem se candidatar a cargos públicos, porém não podem utilizar a estrutura física da organização para campanhas. Saiba mais sobre como os adventistas veem as eleições e a questão política de maneira geral na entrevista com pastor Edson Rosa, diretor sul-americano de Comunicação e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista. [PorFelipe Lemos. com informações do Portal R7 e UOL]
Assista a Entrevista do Pr. Edson Rosa
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Matéria Publicada no site G1 da Globo
Religiosos que guardam o sábado farão o Enem 2009 no final do dia
Estudantes deverão, porém, entrar no local de prova com os demais. Condição especial deve ser informada na inscrição.
Os estudantes que guardam o sábado por causa da religião poderão fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será aplicada em 3 e 4 de outubro, no final do dia. Nesse caso, eles deverão comparecer aos locais de prova junto com os demais estudantes, que farão a prova a partir das 13h, mas poderão aguardar em um outro local e só começar a responder aos cadernos de questões após o final do diia. O esquema de aplicação de prova para os sabatistas foi divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação que aplica a prova. O estudante que guarda o sábado deverá informar a sua condição no ato da inscrição, que termina no dia 17 de julho. Ao preencher o formulário eletrônico no site do Inep , basta que o participante declare que necessita de atendimento especial. Os sabatistas que já se inscreveram e não deram essa informação, podem fazer isso no sistema de acompanhamento até o dia final das inscrições. Nos dias de prova, os portões serão abertos às 12h e fechados às 12h55 (horário de Brasília-DF), para todo os inscritos. Apesar de começarem a responder as provas em horário diferenciado, os participantes sabatistas também terão 4h30 para responderem ao caderno da Prova I, com questões das áreas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias.
Link: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1224745-5604,00-RELIGIOSOS+QUE+GUARDAM+O+SABADO+FARAO+O+ENEM+NO+FINAL+DO+DIA.html
domingo, 28 de junho de 2009
Matéria do Site criacionismo: "Michael Jackson"
Ontem à noite, fiquei sabendo que o ídolo da música pop que marcou uma geração, Michael Jackson, havia morrido de parada cardíaca, aos 50 anos. É difícil conhecer um rapaz da minha geração que não tenha tentado (mesmo que escondido) imitar os passos de dança break do cantor. Jackson fez parte do "espírito" de uma época. Por isso, quando lemos esse tipo de notícia, levamos alguns instantes para assimilar. Mesmo não sendo admirador dele, é como se um pedacinho da gente tivesse morrido junto. Mas isso nos faz lembrar que a vida é assim mesmo: uma sucessão de pontos de luz mais ou menos brilhantes que vão se apagando à medida que o tempo passa.Há 15 anos, senti algo parecido. Três amigos e eu embarcamos no ônibus que nos deixaria próximo à pensão (onde morávamos na época da faculdade). Ouvimos algumas moças falando algo sobre a morte do famoso corredor de Fórmula 1 Ayrton Senna. Era o dia 1º de maio de 1994 e havíamos participado de um retiro espiritual com os jovens da Igreja Adventista Central de Florianópolis. Durante aqueles três dias, tínhamos ficado alheios ao que se passava no mundo - e eu mais ainda, já que a Débora, então minha namorada, havia ido comigo. Naquele domingo, em nossos primeiros dias de namoro, o Brasil estava em transe e não sabíamos.
– O que vocês estão dizendo? – um dos meus amigos não se conteve e perguntou às moças.
– Vocês não sabem? O Senna bateu o carro e morreu.
O ídolo da nossa geração que levava o patriotismo dos brasileiros até as nuvens a cada corrida que vencia; o jovem corredor que tinha orgulho de passear com a bandeira nacional na pista de corrida; o Ayrton Senna do Brasil estava morto. O jovem campeão que tinha a vida pela frente não mais existia.
A vida é frágil e passageira, como bem descreve o salmista: “O ser humano é como um sopro; a sua vida é como a sombra que passa” (Salmo 144:4). Ou, nas palavras do filósofo e matemático Blaise Pascal, no livro Pensées: “Não existe nada mais real que isto, nada mais terrível. Por mais heróicos que sejamos, este é o fim que aguarda a vida mais nobre do mundo. Vamos refletir nisto e, então, dizer se não é indiscutível que não existe bem nesta vida. A não ser a esperança de outra; que somos felizes apenas na proporção em que nos aproximamos dela; e que, como não existem mais aflições para os que têm plena certeza da eternidade, não existe mais felicidade para os que não têm essa esperança.”
Senna e Jackson tinham tudo nesta vida, menos a própria vida, que não lhes pertencia. Embora a morte exista desde que o pecado entrou neste mundo, o ser humano nunca conseguiu acostumar-se a ela. Não fomos feitos para morrer, e nossa inconformidade com esse inimigo mostra isso. Tentamos ignorar essa triste realidade levando a vida sem pensar muito no fato de que o destino final de todos é a sepultura. Mas, quando alguém famoso ou muito próximo de nós deixa de existir, a vida nos joga no rosto essa crua realidade, chamando-nos mais uma vez à reflexão. Nesses momentos, entendemos que o que realmente importa são as pessoas, os relacionamentos e Deus. De uma hora para outra, tudo – formação acadêmica, status social, posses, fama – fica tão pequeno...
Michelson Borges
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